Iphan libera obras de acesso à Cidade Universitária

O governador Omar Aziz informou, na manhã desta terça-feira, 13 de agosto, a liberação por parte do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para as obras de acesso à Cidade Universitária da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A liberação é referente aos 4,8 quilômetros de estrada, que saem da Rodovia Manuel Urbano (AM 070), que liga Manaus a Manacapuru, até a entrada da Cidade Universitária, em Iranduba. Com isso, segundo o governador, a construtora pode dar início à obra.
“Ontem (segunda-feira), tivemos a ótima notícia de que o Ipham liberou o acesso. Foram quase cinco meses para a liberação. Você sabe que não se faz nenhuma obra sem que o Iphan autorize, por causa dos sítios arqueológicos no entorno de Manaus e Iranduba, principalmente. Essas áreas foram habitas por várias tribos indígenas que deixaram um legado de material enorme e nós não podemos passar por cima ou fazer de conta que essa história não existiu”, justificou o governador. Ele falou sobre o assunto durante a assinatura do acordo de cooperação técnica para levar internet banda larga a sete municípios amazonenses, evento realizado no auditório da UEA.
De acordo com a secretária Estadual de Infraestrutura, Waldivia Alencar, o início das obras do acesso à Cidade Universitária deve ser imediato. As obras são de responsabilidade da construtora Etam. O próximo passo, segundo ela, é a liberação do Iphan, em Brasília (DF), para as obras de toda a parte de infraestrutura da Cidade Universitária.
“Essa outra fase, que ainda está em processo de liberação em Brasília, vai permitir que possamos abrir as ruas dentro da Cidade Universitária e instalar as quadras onde serão construídos os prédios da reitoria, a biblioteca, restaurante universitário, as três escolas a serem instaladas na primeira fase e os blocos de apartamento”, explicou a secretária, que previu a conclusão das obras de acesso e de infraestrutura até março do ano que vem, para que se inicie a construção dos primeiros prédios.

 

AGECOM